Errar é Humano
Toquinho
Não, não é vergonha, não,
Você não ser o melhor da escola,
Campeão de skate, o bom de bola ou de natação.
Não, não é vergonha, não,
Aprender a andar de bicicleta
Se escorando em outra mão.
Não, não é vergonha, não,
Você não saber a tabuada,
Pegar uma onda, contar piada, rodar pião.
Não, não é vergonha, não,
Precisar de alguém que ajude
A refazer sua lição.
A vida irá, você vai ver,
Aos poucos te ensinando
Que o certo você vai saber
Errando, errando, errando.
Não, não é vergonha, não,
Ser da turma toda o mais gordinho,
Ter pernas tortas, ser bem baixinho ou grandalhão.
Não, não é vergonha, não.
Todos sempre têm algum defeito,
Não existe a perfeição.
Errar...
Particularmente, sempre tive medo de cometer erros!
Fico triste quando percebo que cometi um erro... tenho vergonha de errar...
Dizem que a melhor maneira de resolver um problema, é encará-lo de frente...
Ainda não sei se isso é verdadeiro ou não... mas em breve saberei...
Estou vivendo cara a cara com o problema "errar"...
Passei a manhã de hoje estudando COD (Complément d’Obejet Direct) e COI (Complément d’Object Indirect) para não cometer muitos erros, nesta que chamam de língua francesa, mas que na verdade não deixa de ser um código... vários "combinadinhos"que um estrangeiro vai demorar tanto tempo para descobrir que sempre eles descobrirão antes que somos estrangeiros.
A tarde perante os "donos do código"... e em apenas uma frase... errei... e aqui errar é grave, é tão grave que meu erro "doeu" aos ouvidos de uma pessoa que nem tem, que terá, em breve, 4 anos!
E sabem porque errei? Porque eu disse, "meu crepe"... infelizmente tudo que estudei sobre os complementos de Obejto na manhã de hoje, não me impediram de errar... não me impediram de cometer o erro de dizer "meu crepe"!
Para me referir a "meu crepe" eu disse... mon crêpe... e a sujeitinha ruiva de quase 4 anos, que apresentava um comportamento endiabrado, olhou-me assustada e disse, não é mon crêpe, e sim ma crêpe, porque você fala errado desse jeito?
A decepção perante o erro e a sutileza daquele pequeno ser vermelho e antipático na minha frente, que eu tinha acabado de conhecer, me fizeram demorar uns três segundos para entender meu erro... crepe é feminino... na tradução eu deveria ter dito "minha crepe"...
Passei um tempo triste. E pensando em todas as palavras que aqui possuem gênero diferente das palavras em português, como por exemplo... quarto e cama... aqui temos que dizer "meu cama" que fica na "minha quarto"...
Aí lembrei-me da música acima... e procurei a letra, e sem perceber já estava rindo antes mesmo que terminasse de ler a letra da música... pois é,
Não, não é vergonha, não,
Temos mais é que rir dos nossos erros, pois com eles aprendemos!
Inscription à :
Publier les commentaires (Atom)
2 commentaires:
É isso aí AMIGA...
Essa música diz TUDO!
Não tenha medo de errar, pois sem erros, nunca chegaremos aos acertos.
Certamente, nessa terra de língua esquisita, você nunca mais falará "MON CRÊPE"...
Ria, ria muito dos erros, dos enganos, e principalmente, ria muito, quando essa gente falar..."minha quarto"...
Beijos mil!
Telma
Queremos mais textos!!
Enregistrer un commentaire